Página Inicial Data de criação : 08/03/02 Última actualização : 08/10/26 13:25 / 58 Artigos publicados

PAIS!

Que equipamentos comprar para os nossos filhos?  (PAIS!) Inserido Saturday 17 May 2008 21:57

O eterno encanto e a popularidade internacional do futebol devem muito ao facto de este ser um desporto que não faz discriminações de carácter económico. Não são necessários, roupa e equipamentos dispendiosos e vastas áreas de terreno, para desfrutar do jogo. Basta uma bola, balizas rudimentares e alguns jogadores entusiastas para participar no desporto favorito do mundo.

Compras económicas:
Para que as crianças possam jogar futebol, os seus pais têm apenas de investir em dois itens de equipamento (três, no caso do guarda-redes), mas estes não têm, necessariamente, de ser dispendiosos. Existe sempre equipamento económico disponível para o comprador consciente, desde que não ponha objecções a usar calçado publicitado por um ídolo em declínio, ou caneleiras da cor usada na época anterior.

Moda e Calçado:
O calçado constitui o item mais importante do equipamento de um jogador de futebol e pode custar uma fortuna, embora este não tenha de ser necessariamente o caso. Recentemente, a linha que divide moda e calçado tem vindo a esbater-se, pelo que não é de surpreender que as crianças se tenham tornado extremamente sensíveis às marcas das botas de futebol.
Logicamente sabemos que não importa que um jogador de onze anos calce botas económicas ou um par de último modelo, publicitado pelo Cristiano Ronaldo, de cores garridas. Contudo, nem sempre a lógica prevalece e existem outros factores a considerar.
A confiança de uma criança pode ser uma coisa frágil e, enquanto que algumas não se importam com o número de riscas das suas botas, outras são afectadas pela marca que usam e pelo estatuto que o seu calçado lhes confere. Em última análise, compete aos pais decidir qual o tipo de botas que devem comprar para os seus filhos, consoante o seu orçamento, o que consideram apropriado e os desejos do atleta.

Tamanho da bola:
Muitos treinadores e professores não se apercebem que não existe nenhum benefício em tentar que as crianças pontapeiem uma bola pesada, de tamanho 5, uma vez que estas normalmente falham. Uma bola de treino de tamanho 3 é ideal para a maior parte dos exercícios de treino aplicados em minis, enquanto que uma bola de tamanho 4 é adequada para jogos de crianças entre os sete e os doze anos.

 

 

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Prevenção da lesão desportiva em crianças: Orientação para os pais.  (PAIS!) Inserido Friday 16 May 2008 18:46

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ESCOLAS DE FUTEBOL – APEF

Pedro Teques - Departamento Psicologia e Comunicação da APEF

 

As lesões associadas à prática desportiva de crianças e jovens têm vindo a ter um acréscimo acentuado, e se forem ignoradas, poderão apresentar-se problemas médicos graves ao longo da vida.

Esta fase parece ser oportuna na educação para a prevenção de lesões desportivas na prática da modalidade que milhares de crianças e jovens elegem, aquando, após as férias, iniciam e/ou reiniciam a sua prática desportiva regular.

Ignorar a dor significa aumentar a dor

O maior perigo está na criança que, por querer jogar e praticar a modalidade que ela adora, mascara o verdadeiro problema, não comunicando com o treinador ou com os pais, acerca da dor que sente. Especialmente, em de crianças dos 9 aos 14 anos de idade.

Algumas lesões, se não descortinadas a tempo, poderão afectar o normal crescimento ósseo e ligamentar. Causando dificuldades em idades mais avançadas.

A componente social como factor de pressão

Segundo a Campanha Nacional de Segurança Infantil (NSKC), nos Estados Unidos, cerca de 3,5 milhões de crianças até aos 14 anos são alvo de atenção médica devido a lesões da prática desportiva.

Alguns factores parecem estar associados para este número elevado. Cada vez mais, os pais são alertados acerca da inactividade e obesidade dos seus filhos, colocando-os, imediatamente, em desportos organizados e competitivos. Este facto, apresenta uma preocupação legítima quando falamos de crianças que nunca tiveram uma prática desportiva regular e que, sendo colocados numa actividade competitiva, colocarão os seus objectivos na vitória em virtude do prazer e divertimento pela prática.

As crianças, especialmente aquelas que iniciam a sua prática desportiva em ambientes e contextos que perspectivam a vitória como o principal objectivo, tornam-se, por vezes, patologicamente competitivas, descorando outros pontos de desenvolvimento e, inclusive, apresentam uma maior aptidão para jogarem ou treinarem lesionadas, já que elas não querem perder o lugar na equipa ou perder a oportunidade de jogarem no próximo jogo.

Como qualquer modalidade, a prática do futebol também é susceptível de lesões. Aqui, as mais vulgares são as lesões ligamentares nas zonas dos joelhos e nos tornozelos, bem como, as lesões musculares nas faces anteriores e posteriores da coxa.

Como ajudar a prevenir lesões

Os pais podem ajudar os seus filhos a prevenir lesões na prática desportiva tomando as seguintes precauções:

1. Incentivar a utilização de equipamento protector em jogos e treinos (e.g. caneleiras).

2. Aplicar calçado ideal, dependendo do piso de jogo (e.g. para o piso sintético, o ideal para as crianças é a utilização de sapatilhas com sola repleta de pequenas proeminências, que facilitam o equilíbrio e o atrito necessário; não incentivar a utilização de pitons de metal ou osso; verificar se os pitons têm uma distribuição equitativa sobre a superfície da sola);

3. Verificar se os treinos apresentam esta sequência: aquecimento (exercícios de activação), prática (exercícios específicos à modalidade) e relaxamento (exercícios de alongamento, desactivação e retorno à calma);

4. Verificar se no clube ou associação há uma preocupação em adaptar as formas e exercícios didácticos da modalidade à idade das crianças;

5. Realizar análises e check-ups médicos no início de cada época desportiva e, pelo menos, uma vez durante a época desportiva;

6. Estar atento se existe uma prática contrafeita da modalidade devido a pressões sociais (e.g. por competitividade extrema, porque os amigos praticam, porque quer emagrecer rapidamente);

7. Na prática a temperaturas elevadas: fazer com que estejam hidratados e utilizem protector solar;

8. Verificar se o terreno de jogo está em condições ideais para a prática da modalidade por parte das crianças, se não apresenta pedras ou outros objectos alheios.

Direcção de Contacto: Pedro Teques, Dpto. de Psicologia e Comunicação, Associação Portuguesa de Escolas de Futebol, Quinta do Rio, Rua 1, 93, 6º Dto. 4805-313 GMR; Email.:  pteques@apef.net

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COMO ACOMPANHAR O DESPORTO DO SEU FILHO  (PAIS!) Inserido Sunday 20 April 2008 01:22

Dentro de um ambiente desportivo positivo, as crianças têm oportunidade para fazer novas amizades, aprender novas técnicas e desenvolver novos interesses. A qualidade do processo de ensino-aprendizagem desportiva da criança é dita por Pais e Treinadores, onde os primeiros também são parte integral da equipa.

A atenção de qualquer programa desportivo para crianças, seja ao nível competitivo ou de recreação, deve focar essencialmente a aprendizagem e o divertimento, para depois integrar o espírito competitivo e providenciar uma boa experiência desportiva para toda a vida. A preocupação sempre no processo, não no resultado.
Este capítulo está delineado para ajudar os pais que pretendem assegurar que o seu filho (a) tenha uma experiência positiva no desporto, oferecendo informação básica pertinente. Nunca se esqueça que a educação desportiva começa muito antes de chegar ao terreno de jogo, começa em casa do jovem atleta.

Como criar um ambiente desportivo positivo para o seu filho(a)...
  • Valorize o divertimento no processo de aprendizagem desportiva;
  • Construa auto-estima na criança/atleta, dando relevo aos aspectos sociais (divertimento), físicos (esforço) e técnicos (desenvolvimento) da aprendizagem, e não tanto aos resultados (vitória);
  • Reforce os valores (responsabilidade, disciplina, cooperação, honestidade e frontalidade) e valorize os princípios do fair-play (respeito pelos companheiros, adversários, treinadores, regras de jogo e árbitros);
  • Construa na criança/atleta uma identidade desportiva inserida numa equipa/grupo de trabalho - não a valorize unicamente ou sobre os outros;
  • Mostre interesse contínuo pela actividade desportiva da criança/atleta: esteja presente nos treinos, jogos e reuniões;
  • Seja um bom espectador, reforçando positivamente e encorajando o esforço da criança/atleta;
  • Seja cauteloso a discutir as aspirações desportivas, que podem produzir pressões desnecessárias;
  • Discuta as opiniões que possui sobre as opções do treinador, longe das crianças/ atletas;
  • Reforce as instruções do treinador, quando dialoga em casa com a criança sobre a prática desportiva;
  • Conteste a presença de tabaco e álcool nos eventos desportivos da criança/atleta.

Comunicar com o seu filho(a) na competição...
  • As crianças não querem ouvir que jogaram bem quando elas próprias sabem que não jogaram;
  • Não acuse os outros jogadores, treinadores ou árbitros como responsáveis pelas derrotas. Pode fazer com que a criança não assuma as suas responsabilidade, delegando-a nos companheiros de equipa ou elabore desculpas;
  • Não diga que “este jogo não é importante”, já que este poderá ser para a criança;
  • Encontre algo positivo na performance da criança e dialogue com ela os factos relacionados com a aprendizagem e comportamento desportivo (seja realista!). Assegure que realiza algumas questões:

- Como te sentes acerca do que se passou no jogo?
- O que é que gostaste mais e menos no jogo?
- Divertiste-te no jogo?
- O que é que o Treinador te disse acerca do jogo?
- O que achas da tua exibição de hoje no jogo?

 

Publicado por António

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Os clubes sofrem todos do mesmo (parte 2)  (PAIS!) Inserido Monday 14 April 2008 16:40

Hoje assisti a um jogo totalmente desequilibrado.
Estava entre a assistência, num clube onde ninguém me conhece, e ouvi das maiores barbaridades.
Os pais dos miúdos que estavam a perder, criticavam e criticavam e criticavam e criticavam mas criticavam por criticar.
"Os miúdos não sabem o que é ganhar"; " o treinador não sabe para ele quanto mais para ensinar os putos"; "o treinador é um puto e os miúdos fazem o que querem"; etc.
Dei comigo a pensar: "Mas afinal o que é que o treinador fez mal?"; "Alguém já se colocou no lugar nele?"; "Com a matéria-prima que ele têm é possível melhor?".
Parem de criticar por criticar, se querem criticar sejam construtivos.
Ex: "O central é lento a defesa não pode jogar tão subida".
Agora criticas como " o treinador é um puto", até pode ser a 1ºequipa do treinador mas todos os treinadores já foram "putos", todos têm de ter a 1º equipa.
Mais, idade/experiência não é igual a maior competência.
Podia dar vários exemplos que conheço mas dou o exemplo que todos conhecem: Mourinho é um treinador jovem, com muito menos experiência, que muitos outros que aí andam e não é competente?
"Não sou defensor de novos ou velhos treinadores de futebol, de novas ou de velhas metodologias, acredito simplesmente em bons ou maus treinadores, aqueles que atingem o sucesso e os que não"José Mourinho

O sucesso nos treinadores de formação não é ganhar campeonatos é formar jogadores, para este desporto que todos amam e a maioria trata mal.

Fonte: Bog MisterFormação

 

ONDE É QUE EU JÁ PRESENCIEI ISTO? aaahhh! EM RIO TINTO, POIS CLARO.

Publicado por : António

 

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Os clubes sofrem todos do mesmo(parte 1)  (PAIS!) Inserido Sunday 13 April 2008 14:49

CAROS AMIGOS LEIAM ESTE ARTIGO DO TREINADOR DO "CDOM" E REPAREM SE NÃO É O MESMO EM TODOS OS CLUBES, SEMPRE INSATISFEITOS OS TREINADORES DE BANCADA(PAIS)

 

""CRITICA

RESPONDENDO DA MESMA FORMA E ALERTANDO MAIS UMA VEZ....

 

Quando só pensamos no nosso umbigo é mau... Um treinador tem de pensar em todos os meninos e não só em dois ou três... Esse é o grande problema... E volto a pedir para lerem a carta aberta e pensarem... Se não metesse o guarda redes criticavasse porque não o tinha posto a jogar, como o pus 15minutos que era o que estava estipulado não o devia ter posto... É engraçado algumas criticas... Quanto ao Pequeno avançado saiu quando tavamos a ganhar e não entrou mais... Pena é não pensarmos antes de dizermos certas coisas... Pena é ver outros clubes em que os pais incentivam e motivam a equipa com canticos e frases de apoio, nós além dos treinadores do banco temos imensos treinadores na bancada... E as crianças ouvem tanta coisa que por vezes não sabem o que fazer, se o que o pai de A diz, o pai dele diz ou o que o treinador diz... Isso sim, é mau e prejudica-os... Os criticos que tirem o curso e que passem para o campo... Se calhar é mais facil... Quando ganhamos somos os maiores... Quando nao se ganha, o clube nao presta, os treinadores não prestam, nada presta... Quem deve por a mão na consciencia são as pessoas que só sabem criticar... Em Lisboa há imensos clubes, porque não procurar outro clube?Se não estão satisfeitos, são livres para tal... Só cá queremos quem quer estar e sabe estar... O mais engraçado é que antes do jogo pediam para ficarmos para o ano nos Infantis, no final do jogo já não pensamos assim... Quem está errado?Somos nós treinadores? Parece que não... Sem mais comentários...

As crianças é que não têm culpa... Eles são os grandes prejudicados...""

 

AGORA ESCREVO EU:

    - TEM TODA A RAZÃO MISTER, MAS OS PROBLEMAS QUE REPORTA, ACREDITE, SÃO OS MESMOS EM TODOS OS CLUBES, ENTÃO O QUE DIZ ACERCA DOS MENINOS FICAREM CONFUSOS COM TANTA INSTRUÇÃO É REALMENTE DEPLORÁVEL.

ABRAÇO DE SOLIDARIEDADE MISTER.

ASS: ANTÓNIO

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