Página Inicial Data de criação : 08/03/02 Última actualização : 08/10/26 13:25 / 58 Artigos publicados

Ronaldinho Gaúcho - Impressionante  (Videos) Inserido Tuesday 27 May 2008 22:44

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Pais enganados.  (PAIS!) Inserido Sunday 25 May 2008 18:22

Já faz algum tempo que tenho vindo a comentar com o meu amigo(se é que ele me deixa considerá-lo como tal) Jorge, acerca da intolerância dos pais perante os acontecimentos diários na vida do SC Rio Tinto no que diz respeito ao futebol de formção.

Ao fim de 1(um) ano de convivio com os pais dos atletas do departamento de futebol juvenil (anteriormente eu estava na academia) dou conta que somos bastantes intolerantes, injustos, crueis e na maioria das vezes temos atitudes de que não nos devemos orgulhar e passo a explicar:

  1. intolerantes porque:  caso o nosso filho não seja convocado, não jogue ou até pouco jogue não somos capazes de calar e pensar que o nosso mister, como responsável pela gestão e formação de um plantel lá terá razões para as atitudes tomadas.
  2. injustos porque: somos incapazes de reconhecer o enorme esforço que todas as pessoas fazem no departamento de futebol do SCRT para proporcionar o melhor aos nossos filhos, esforço esse que se prolonga muito além das horas dos jogos, não são raras as vezes que ainda se está a falar de futebol juvenil e consequentemente dos nosso filhos e nós já estamos recolhidos no conforto do lar.
  3. crueis porque: não nos importamos com quem nos rodeia e por vezes apelidamos e maltratamos determinados atletas do nosso clube, com adjectivos, que só por causa da educação dos pais dos atletas em causa,  não recebemos na mesma moeda ou até pior. Temos que ter a consciência que:
    1. - Os nossos filhos não são "Cristianos Ronaldos", "Quaresmas", "Ricardo Carvalhos" ou outros, até porque se fossem não estariamos no SC Rio Tinto. Os nossos filhos poderão lá chegar, mas para isso eles teem que demonstrar habilidades para tal e temos que confiar em quem os ensina. Caso não confiemos ou discordemos de determinadas opções técnicas, táticas ou de outro tipo, e tenhamos como adquirido que temos uma estrela em casa, temos bom remédio, dizemos adeus e procuramos entidade ou alguém em quem confiemos ser melhor para a formação futebolistica deles.
    2. - Todos os atletas erram e  por isso mesmo estão a ser ensinados. Reclamarmos com o mister por causa de tirar A e meter B, de não tirar o C e tirar o D. Por vezes existem determinados jogos que não correm como eles, atletas,  querem, e algumas das vezes a causa somos nós, pelos más( que pensamos ser boas) conversas que temos com eles:
      1. " se o mister não te colocar de inicio não deves jogar"
      2. " se ele convocou o beltrano é porque hoje vais aquecer o banco"
      3. " se vires o fulano a aquecer deves ser tu a sair"

    Enfim, podia relatar mais palermices como as atrás descritas mas não vale a pena estar a ser enfadonho,  devemos parar com palermices do género e incutir respeito pelos colegas de equipa, de modo a que se forem outros a preencher o lugar deles na dita equipa, eles respeitem a opção e compreendam que os colegas ou por trabalho ou por oportunidade ou até como recompensa de algo, tem o seu momento de brilhar.

    Por meados de Dezembro/Janeiro, o meu filho passou por uma fase em que não foi convocado durante 3(três) ou 4(quatro) jogos e como coincidiu com um periodo em que estive ausente dos treinos durante uns 2(dois) meses, estranhei, e pedi para falar com o Mister Miguel, no sentido de esclarecer apenas se o motivo da não convocacão dele derivaria de um castigo por mau comportamento. Foi-me dito que não, que a opção andava a recair por outros atletas com menos tempo de jogo. Lógicamente que não gostei mas compreendi, e compreendi porque tenho a consciência que devo respeitar as opções do treinador e acima de tudo respeitar os pais dos outros atletas que pagam como eu e que também querem ter o gosto de ver os seus filhos competir.

No caso atrás referido, o Mister em questão, apenas pecou (penso eu) no facto de não dar uma palavrinha aos  atletas não convocados de modo a eles tomarem conhecimento dos motivos da ausência das convocatórias.

No fim deste extenso "post" apenas uma explicação para o titulo "Pais enganados" e enganados porquê? Porque na maioria dos casos vemos qualidades nos nosso filhos que eles não teem, e com isso exigimos demais a eles e a quem os ensina.

Vamos tentar melhorar os nossos comportamentos, eu estou empenhado em melhorar o meu.

Desculpem qualquer coisinha.

 

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Benefícios do exercício para os jovens  (PAIS!) Inserido Sunday 18 May 2008 17:31

A criança que habitualmente prática actividade física obtém:


- Aumento de habilidades para satisfação da demanda de actividades do dia-a-dia;
- Melhoria de habilidades motoras;
- Redução de lesões;
- Redução de condições para desenvolvimento de doenças crónicas futuras ligadas ao sedentarismo;
- Melhoria da Auto-Estima;
- Melhoria do Senso de Responsabilidade e Grupo;
- Melhoria da Auto-Confiança;
- Melhoria da Adaptação Social;
- Melhoria de Expressão Pessoal e Liberdade;
- Um maior desenvolvimento Espaço-Temporal.

 


Os pais geralmente perguntam-se quando colocar um filho a praticar certa actividade física ou desporto ou qual delas escolher. É importante sabermos e ficarmos atentos para isso, pois devemos acima de tudo, respeitar não só o gosto pessoal mas a idade de desenvolvimento de nosso filho.

in http://formacaofutebolde7.blogspot.com/
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Treinar Jovens  (Formação) Inserido Sunday 18 May 2008 17:03

"Treinar jovens é uma missão. Pelo menos era como eu o sentia e é isso que quero dizer aos que treinam jovens futebolistas. Após três anos como treinador de futebol juvenil, cheguei à conclusão que não era aquilo que pretendia a longo prazo, mas treinar jovens não deve ser encarado como um ponto de passagem na carreira."

Marcello Lippi

in Academia de Talentos

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Que equipamentos comprar para os nossos filhos?  (PAIS!) Inserido Saturday 17 May 2008 21:57

O eterno encanto e a popularidade internacional do futebol devem muito ao facto de este ser um desporto que não faz discriminações de carácter económico. Não são necessários, roupa e equipamentos dispendiosos e vastas áreas de terreno, para desfrutar do jogo. Basta uma bola, balizas rudimentares e alguns jogadores entusiastas para participar no desporto favorito do mundo.

Compras económicas:
Para que as crianças possam jogar futebol, os seus pais têm apenas de investir em dois itens de equipamento (três, no caso do guarda-redes), mas estes não têm, necessariamente, de ser dispendiosos. Existe sempre equipamento económico disponível para o comprador consciente, desde que não ponha objecções a usar calçado publicitado por um ídolo em declínio, ou caneleiras da cor usada na época anterior.

Moda e Calçado:
O calçado constitui o item mais importante do equipamento de um jogador de futebol e pode custar uma fortuna, embora este não tenha de ser necessariamente o caso. Recentemente, a linha que divide moda e calçado tem vindo a esbater-se, pelo que não é de surpreender que as crianças se tenham tornado extremamente sensíveis às marcas das botas de futebol.
Logicamente sabemos que não importa que um jogador de onze anos calce botas económicas ou um par de último modelo, publicitado pelo Cristiano Ronaldo, de cores garridas. Contudo, nem sempre a lógica prevalece e existem outros factores a considerar.
A confiança de uma criança pode ser uma coisa frágil e, enquanto que algumas não se importam com o número de riscas das suas botas, outras são afectadas pela marca que usam e pelo estatuto que o seu calçado lhes confere. Em última análise, compete aos pais decidir qual o tipo de botas que devem comprar para os seus filhos, consoante o seu orçamento, o que consideram apropriado e os desejos do atleta.

Tamanho da bola:
Muitos treinadores e professores não se apercebem que não existe nenhum benefício em tentar que as crianças pontapeiem uma bola pesada, de tamanho 5, uma vez que estas normalmente falham. Uma bola de treino de tamanho 3 é ideal para a maior parte dos exercícios de treino aplicados em minis, enquanto que uma bola de tamanho 4 é adequada para jogos de crianças entre os sete e os doze anos.

 

 

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